Os meus filhos não são meus filhos, são filhos e filhas da vida
Desejosa de si mesma.
Não vêem de mim, senão de mim.
E ainda que estejam comigo, não me pertencem.
Posso dar-lhes o meu amor, mas não os pensamentos.
Posso obrigar os seus corpos, mas não as suas almas.
Porque elas vivem na casa do amanhã.
Que não posso visitar, nem sequer em sonhos.
Posso esforçar-me para ser como eles...
Mas não posso fazê-los semelhantes a mim
Porque a vida não volta a trás, nem para o dia de ontem.
Eu sou o arco do qual os meus filhos, são as flechas vivas
Lançadas para a vida.
Desejo e tento que a inclinação, da minha mão de arqueir'a
Seja para a sua felicidade...
Dedico este poema: Ana Filipa e André Maurício

eu tambem te amo muito minha kota linda...posso nao estar ctg todos os dias, nem acompanhar todas as tuas horas...mas tou sempre ctg no coracao disso podes ter a certesa!!! bjos enormes e n deixes que o andre se esqueca que tambem o amo muito!!!
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