Escorregas em mim quente, doce.
Adivinho-te pelo odor puro, furtado.
E apeteces-me…
Tua cor de sangue desperta-me o desejo
De te ter assim meu, nosso…
Ardente, Quente!
Não te bebo, saboreio-te na lucidez da noite
Brindo à lua que se despe devagar
Pálida, invejosa
Mas és só minha e escorregas em mim…
Quente, Ardente…
Autor: Luis Teixeira
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